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Nas sobremesas, sobressaem o mil-folhas de caramelo salgado e o Paris-brest de pistáchio e yuzu. Das mãos do chef saem pratos como o vol-au-vent de lavagante e moleja ou o pithivier de novilho e trufa. Vamos encontrar pratos mais ou menos https://tribunasportsbar.pt/ corriqueiros, receitas dentro da caixa, às quais o chef adiciona um factor surpresa. Numa cozinha com vestígios de sazonalidade, as experiências de Bonneville cruzam diferentes inspirações e influências. À frente do restaurante está uma família de Cantanhede, que entretanto abriu um segundo espaço no centro da cidade, na Duque de Palmela.
Vinho, petiscos & conversa, "ingredientes" que não vão faltar à mesa!
O espaço é bem maior e a decoração exuberante, com dourados reluzentes tons, sofás de veludo, colunas, frisos, luxuosos candeeiros. Com mais de 30 restaurantes em todo o mundo, Olivier da Costa soma dez conceitos de gastronomia. No coração da Lisboa turística, criou uma marisqueira com produto escolhido a dedo – frescura é o lema da casa – e um serviço de excelência.
Informação
A carta tem duas dezenas de pizzas, de massa fina e rústica, embora a história deste restaurante se faça igualmente de saladas, pastas e risotos. O aviso serve a quem esta informação poderá servir de entrave. Outro espaço onde se pode encontrar Leonor é no Bibs. Croquetes, pastéis de bacalhau, mousse intensa e vinho a jarro completam o quadro de uma sala cheia de clientela fiel.
A associação pretende, com esta e outras iniciativas, dinamizar a atividade económica, reforçar a imagem de Bragança como cidade proactiva e com forte identidade comercial, e promover os produtos endógenos. Sentar-se ao balcão do YŌSO é entrar num ritual omakase sério, com nove momentos de alto nível. Ainda mais quando se apresentam com clássicos da nossa gastronomia, sem nomes de peso na cozinha.
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- Na última edição, em 2024, a maioria dos aderentes referiu que Bragança já se afirmou “como destino para comer bom bacalhau” e, nalguns casos, os pratos que tinham como base este produto representaram 90% das vendas em toda a semana.
- Na Galé dos Manos, os pratos variam entre a cabidela (a dose dá para dois) e o arroz de pato no forno.
- A carta é dominada por pratos robustos e autênticos, onde a vitela grelhada, o lombo de bacalhau e o polvo assumem o protagonismo.
- Destaque para os wontons em caldo escuro e vibrante, noodles artesanais, elásticos e firmes, em versões com vaca ou tripas, além de pratos frios como a salada de vaca com pepino e coentros.
- Deixe os preconceitos em casa e arrisque nuns pezinhos de coentrada, em mioleira, túbaros ou orelha, sempre cozinhados de formas inesperadas.
Aqui, a cozinha mediterrânica brilha com os ingredientes nacionais, muitos deles vindos da horta do grupo, em Oeiras – o nome não é um acaso, é uma forma de trazer o campo para a cidade. Hoje, toda a gente fala da sazonalidade, menciona produtores e promove a sustentabilidade, mas nada disso era comum quando António Galapito abriu o Prado, em 2017. Na Cidade do México, onde cresceu, eram as mais velhas, juntamente com as avós e a mãe, que se ocupavam da cozinha. Há nigiris e sashimi, mas também pratos quentes como um lombo salteado com mandioca.
Ao domingo enche-se de famílias nepalesas, a cozinha fervilha e o carvão nunca descansa. Num espaço simples, de antigo snack-bar, aproxima Mediterrâneo e Médio Oriente sem cair na fusão fácil. Na mais célebre casa das Portas de Santo Antão, tudo acontece à boa maneira antiga, seja ao balcão ou nas mesas do restaurante, apesar de a experiência ser bem diferente. O Flamma é um sítio de espetadinhas, com espírito de neo-boteco, mas a cozinha da chef brasileira, formada no País Basco e há muito em Portugal, não tem geografia, só criatividade e sabor. Nas sobremesas, brilha a tarta de queso, bem cozida por fora e líquida no interior. Há outros pratos que raramente desaparecem, como a bocata de orelha crocante com salsa brava, a tarte tatin de alho francês com mortadela trufada ou o robalo confitado com gazpachuelo de codium.
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Ainda que não pertençam ao restaurante mas sim ao condomínio, seria de bom tom mantê-las limpas e operacionais, a condizer com o espaço criado, bem como climatizadas, principalmente nesta região. Quando alertado para esta situação, o chefe de sala limitou-se a perguntar, com rudeza, se se pretendia que fossem trocados os pratos. Resumindo para 2 pessoas com entradas um acompanhamento extra, um copo de vinho, uma cola e uma sobremesa paguei cerca de 40€ faz jus a qualidade da comida e à localização excelente do restaurante. Contudo, os potenciais clientes devem estar cientes das possíveis falhas no serviço, que pode ser lento em horas de ponta, e do desconforto que podem sentir em dias quentes devido à climatização deficiente. A sua cozinha, ancorada na comida tradicional portuguesa e celebrada pelo seu bitoque, é o seu maior atrativo e o principal motivo para uma visita. Embora seja descrito como um espaço tradicional, um problema recorrente mencionado por vários clientes é a climatização, ou a falta dela.
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No Duro de Matar, há tacos, mas não levam carne de vaca. Já nos dias de cozido à portuguesa, quarta-feira e sábado, o melhor é chegar cedo porque são especialmente concorridos. Na altura certa, é um dos melhores restaurantes da cidade para comer lampreia, vinda precisamente do Alto Minho. Apesar de várias ameaças existenciais devido, mantém-se firme e com uma cozinha imaculada. A saída de Pedro Pena Bastos deixou Rodolfo Lavrador, o seu braço direito, aos comandos da cozinha do Cura, um dos restaurantes do Ritz Four Seasons, detentor de uma estrela Michelin.